09/03/2010 - As pesquisadoras Camila Domit e Liana Rosa, do Laboratóriode Ecologia e conservação do Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná, vêm monitorando as desovas que estão ocorrendo no litoral do Paraná. ↓
As pesquisadoras Camila Domit e Liana Rosa, do Laboratório
de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná, vêm monitorando as desovas que estão ocorrendo no litoral do Paraná. Em janeiro (16), trabalhando em conjunto com o biólogo do Projeto Tamar Sul/Florianópolis, Eron Paes e Lima, flagraram e marcaram uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), que tem o litoral norte do Espírito Santo como principal sítio reprodutivo. É muito rara a ocorrência das tartarugas marinhas em processo reprodutivo no litoral do Paraná, já que a região é rota de passagem e área de alimentação desses animais. Até agora há registro de apenas seis desovas, que estão sendo monitoradas e protegidas pelas pesquisadoras da Universidade Federal do Paraná, com auxílio da polícia ambiental.
Fundação Projeto Tamar participa do Dia Mundial de Limpeza de Praias
Fundação Projeto Tamar no IX Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO’2026)
Uma temporada termina, outra começa e o ciclo da vida continua
Das tartareias às ondas: uma história de sonhos, família e conservação
Novo estudo aponta avanços na conservação das tartarugas marinhas, mas destaca desafios persistentes
Fundação Projeto Tamar é reconhecida como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica
Mais fêmeas de tartarugas-de-couro estão nascendo no Brasil?